junho 17 2010

Nada é como parece – Marcelo Cezar

É um livro que nos conduz a reflexão e nos ajuda a esclarecer a consciência.

Ensina que todos temos o direito de pensar e idealizar as pessoas como quisermos, afinal possuímos a mente, e com ela o dom de criar situações, como também de enxergar os outros de acordo com nosso senso de realidade.

Senso este que muitas vezes mais atrapalha do que ajuda, simplesmente porque nos cega. Já é hora de entender que devemos olhar e aceitar as pessoas como elas são, e não como gostaríamos que elas fossem.

É comum olhar para o outro, apontar defeitos, fraquezas e fazer julgamentos, mas esquecemos que enquanto um dedo aponta, os outros dedos estão voltados para nós mesmos, e sempre que julgamos, somos julgados na mesma medida e peso.

Embora seja difícil de acreditar, ainda existem pessoas boas e generosas espalhadas pelo mundo, basta ter olhos para ver. A vida é mágica!

Não existem probabilidades, a vida nos envia sinais para melhorarmos sempre, por pior que possa parecer a situação. Aprender a viver melhor é tarefa intransferível, porque ninguém é fraco, apenas não sabe usar a própria força e quando estamos destinados a nos cruzar no mundo, não há tempo e nem fronteiras.

junho 4 2010

Laços Eternos – Zibia Gasparetto

O livro usa uma linguagem de época, mas não é difícil de compreender. Aborda a importância da evolução da consciência, a necessidade de se ter fé, paciência, resignação, saber amar, perdoar, receber, mas acima de tudo aprender a dar.

Laços Eternos conta as várias vidas de Gustavo, Geneviève, Lívia, Conde e Condessa de Ancour.

Levados pela paixão, luxúria, vaidade, ambição, orgulho, ódio, fé, humildade e amor, eles são constantemente colocados à prova, se vendo diante de suas fraquezas e de acordo com suas programações espirituais, continuam se 'esbarrando' e por vezes invertem seus papeis a fim de se auxiliar e resgatar assuntos pendentes.

Acreditem, nada é por acaso. Não há uma só pessoa ou dificuldade que não tenha um propósito, então é bom estar atento aos sinais, porque as 'passagens' pela Terra resultam num somatório de experiências, que muitas vezes ficam adormecidas, mas não esquecidas, portanto, façamos de nossa vida 'atual' a nossa melhor versão.