setembro 2 2017

Obesidade e Depressão – Parte 2

Cheguei ao hospital para a internação com frio na barriga. Após preencher tudo e esperar um pouco fui encaminhada para o quarto, onde aguardaria até que fossem me buscar.

Inicialmente minha cirurgia estava marcada para o dia 11 de julho, mas desmarcaram, daí ficou para o dia 17 de julho e novamente desmarcaram, ficando para o dia 21 e eu só dizia a mim mesma calma, as coisas não acontecem no seu tempo, mas no tempo de Deus.

Eu e meu esposo estávamos no quarto, e de repente ouvimos um alarme doido. Sai ele do quarto e volta dizendo ser o alarme de incêndio. Naquele instante disse: ah não! Fogo? Felizmente foi só um alarme falso, era um treinamento.

Não demorou muito e chegou o moço com a maca. Ele percorreu os corredores daquele hospital muito rápido e enquanto eu olhava as luzes do teto, era como se minha vida inteira passasse em flashes. Ele me deixou numa sala preparatória.

Lá me senti muito tranquila e quentinha, como quando minha mãe me abraçava. O anestesista veio me ver, me fez algumas perguntas e me deu um comprimido. Mais tarde meu cirurgião, Luiz Alfredo Vieira d’Almeida chegou para me levar ao centro cirúrgico, perguntou como eu estava e se eu realmente queria fazer a cirurgia. Com muita calma respondi sorridente que estava bem, feliz e que tinha certeza absoluta. Em tom brincalhão disse a ele: bora! Me preparei para isso.

Me prepararam, colocaram uma fumacinha para eu respirar e a última coisa que lembro foi o anestesista dizendo que eu sentiria sono e que o sono ia ficar mais forte. Quando acordei estava no quarto sendo passada da maca para a cama. Foi tudo muito rápido, mas senti dor até me acomodar direito.

Na sexta-feira à noite comecei a me alimentar. Sempre copinhos de 50ml a cada meia hora até a hora de dormir. No começo estranhei o adoçante, mas logo acostumei.

Mesmo de madrugada, de tempos em tempos vinha alguém para medir a temperatura, a pressão e a glicose, além de repor o soro e a medicação. Senti dor de cabeça e nas costas por ficar deitada de barriga para cima.

Foi estranho depender de outros para urinar naquela comadre, muito desagradável aquilo. No sábado pela manhã chegou a enfermeira para me ajudar a levantar pela primeira vez para que eu fosse ao banheiro, misericórdia, que dor alucinante que senti. Era como se estivessem puxando meus órgãos de baixo para cima.

Levantei a segunda vez sozinha com muito sacrifício. Outra enfermeira chegou e me ajudou com o banho. Depois veio a fisioterapeuta com o Respiron para que eu fizesse exercícios para o pulmão e me levou para caminhar pelos corredores.

Um dos médicos da equipe de meu cirurgião passou para me ver. Comentei da dor que sentia para levantar e ele explicou que injetam um gás durante a cirurgia e que o corpo só elimina aquele gás com a caminhada. Ave Maria, depois que ouvi aquilo levantei muitas vezes com dor e tudo para caminhar. Ele me deu alta no sábado à tarde.

A orientação que recebi foi: nada de ficar deitada, sentar com as pernas para o alto, fazer o exercício respiratório, caminhar de tempos em tempos, cumprir a dieta rigorosamente, a medicação macerada e beber água em pequenos goles sempre.

A noite senti uma dor terrível e no domingo à noite a mesma coisa. Eu repetia para mim mesma, calma garota, cada dia vai ser menos ruim que o outro. Tomei duas injeções para evitar trombose no hospital e 13 em casa.

No 15º dia retirei os pontos. Felizmente não tive nenhum problema. Após um mês tive que tomar uma injeção de vitamina B, meu Deus, aquela doeu e ainda tenho mais duas doses dessa miséria. Está certo, confesso, morro de medo de injeção e fico tensa, mas consegui.

Por 3 semanas minha dieta foi líquida, começou com copinho de 50ml, depois de 100ml a cada uma hora, na 4ª semana comida pastosa sem coar e agora comidinha normal dentro do que minha nutricionista liberou e já posso fazer pequenas caminhadas.

Às vezes quando esqueço e como um pouco mais depressa dá uma dor horrorosa no estômago, morro de medo de entupir, porque se acontecer vou ter que correr para o hospital para fazer endoscopia e empurrar. Também tenho pavor de ter dumping e ficar suando frio, enjoada como se fosse vomitar e até desmaiar, então obedeço às regras do jogo: dois anos sem ingerir açúcar, álcool e gordura. Outra coisa importante é que também não posso engravidar durante esse tempo.

Passando esses dois anos e o peso estando normal, sem engordar e sem emagrecer vem a próxima etapa que é a cirurgia reparadora e estou firme e forte.

Hoje me alimento a cada 3 horas. Não sinto fome e me sinto bem e mais feliz.

(Roberta Dias)

outubro 11 2013

Quebrando a Rotina

No dia 19 de setembro estávamos dentro da Kalunga quando o Big telefonou para o Márcio nos convidando pra ir à casa do primo deles Anderson. Engraçado foi ouvir o Marcio dizendo: e cara nem rola! E o Big perguntando: como está a serotonina da Beta?

O Márcio estava crente que eu daria para tras mas se deu mal. Saimos do shopping, passamos em casa, tacamos algumas coisas numa mala média para os dois e nos mandamos para pegar o Big.

Graças a Deus a ida foi tranquila. Talvez surja alguma multa indesejada por conta das distrações do Márcio, mas valeu à pena. Conversamos, rimos, ouvimos música, eles falaram sobre a banda (Profusão Sonora) pra não perder o costume (risos), até que chegamos.

Recepção melhor impossível por parte do Anderson de da “ricota”, uma boxer branquinha linda, festeira, carinhosa e obediente, que nos cheirou, lambeu, nos empurrou porque ela é forte e além de tudo é engraçada.

Márcio morre de medo de cães, eu ria só de olhar a cara dele e imaginar ele pensando: não posso demonstrar medo, não posso!
Pois a ricota só queria mesmo era brincar e a cada pulo que dava em cima dele era uma comédia, só pra vocês terem uma ideia ele, Big e ricota estavam na sala assistindo o Rock in Rio. Anderson no quarto dele dormindo, eu dormindo no quarto de hóspedes e Big e Márcio vendo os shows, Márcio sentado no chão próximo ao sofá em que a doce ricota tirava sua soneca.

E a música rolando… de repente Márcio só sente a pata da ricota dando umas pancadas na cabeça dele, que vira pro Big e diz: ô Felipe, ela ta me dando umas mocas. Big responde: que nada ta sonhando. O show continua, ricota segue em seu soninho tranquilo e Big adormece. Não sei que música tocou que tanto a ricota quanto o Big acordaram, sendo que a ricota chacoalhou a cabeça e na mesma hora diz Márcio: ouuuu vai babar na minha cabeçaaaa!

A ricota é simplesmente encantadora! A danadinha tem mais educação do que muita gente, é esperta. Ela foi lamber o Márcio e ele disse: nãoooo! Vai lamber o Felipe! E não é que ela foi… gargalhadas³

Fomos a um barzinho tranquilo com música ao vivo mas não demoramos.

Na manhã seguinte metemos o pé na estrada e fomos à Itatiaia, Penedo e em Visconde de Mauá. O mundo é mesmo pequeno pra caramba, eu lá nos confins do mundo, admirando a cachoeira e encontro minha vizinha de porta do ex condomínio de que morava. Então lembrem-se: nunca fiquem falando mal dos outros pela rua porque a pessoa pode estar do seu lado ouvindo tudo. Faça melhor, na falta de boas coisas para dizer sobre os outros mantenha-se calado.

Foi gratificante rever minha vizinha, nos abraçamos, conversamos um pouco e ela se foi. Na volta fomos parando aqui, ali e aproveitamos para almoçar.

O clima por lá é muito bom. Lojas de artesanato, fábrica de chocolate, restaurantes e o que considero a melhor parte que é ter contato com a natureza. Só não fiquei mais tempo porque estava preocupada com o meu peixinho em casa sem comida.

Segue abaixo algumas fotos.

Beijos,

(Roberta Dias)

 

novembro 24 2010

Amante Desperto – Irmandade da Adaga Negra – J. R. Ward

Tudo começou com “Amante Sombrio”, “Amante Eterno” e agora cheguei ao terceiro livro da saga ‘Irmandade da Adaga Negra’, que revela com riqueza de detalhes a história de Zsadist.

Considerado o mais frio dos guerreiros, Zsadist fora separado de seu irmão gêmeo Phury ainda com meses de vida.

Vendido como um objeto fora transformado em um escravo de sangue, onde sua cruel ‘Ama’ se alimentava dele e desfrutava de seu sexo, exibindo-se aos machos que a observavam em delírio sobre Zsadist, muitas vezes o dividindo com eles, mas sua maior frustração é que nunca conseguira uma ereção espontânea de seu escravo, sempre necessitava de ‘bálsamos’ e nunca o fizera gozar.

Quando sua ‘Ama’ encontrou um companheiro, Zsadist teve a esperança de ser liberado daquela função degradante e humilhante, considerando voltar aos serviços da cozinha como algo bom, porém descobriu que ela não o libertaria. Como libertar um macho tão masculino, viril e bem dotado? Ele já havia passado por tantas humilhações, que não se importou de enfrentar mais uma ao suplicar a sua ‘Ama’ que o liberasse. Com tristeza nos olhos ela lastimou nunca tê-lo visto excitado por ela, afinal ela era tão bela, por que ele não se excitava? Foi quando Zsadist despejou toda a ojeriza que sentia e ela o açoitou violentamente, dilacerando seu rosto e corpo com enormes cicatrizes.

Enquanto Zsadist vivia em meio aquele horror, seu irmão gêmeo o procurava. Phury ouviu falar de festas dadas por uma vampira e de como gostava de se exibir em cima de seu escravo de sexo e sangue.

Phury deixara a barba crescer para disfarçar sua semelhança com seu irmão gêmeo e assim conseguiu começar a freqüentar as festas da tal vampira, até que um dia ela finalmente o convidou para ir ao seu quarto e de lá seguiu com ele para o quarto secreto onde mantinha seu escravo.

Ele a observava e quando Zsadist virou o rosto em sua direção, Phury apesar das cicatrizes reconheceu o irmão, em desespero lutou com todos os guardas, libertou seu irmão, fugiram e posteriormente ingressaram na Irmandade da Adaga Negra, mas Zsadist transformara-se em um ser frio, agressivo, rebelde e tinha verdadeira aversão que o tocassem e mais ainda as fêmeas, que o faziam lembrar do horror com sua ‘Ama’.

No dia em que Bella levou Mary e John até a Irmandade, ela se encantou com a beleza de Phury, mas foi por Zsadist que seu coração acelerou. Embora aquele ser a deixasse apavorada, ela o seguiu discretamente até seu quarto com curiosidade pela fama do guerreiro e em busca de emoção. Ao deparar-se com ela Zsadist se afastou e a expulsou, mas farejou o medo que causara nela, justamente a única coisa capaz de excitá-lo por uma fêmea. Como Bella recusava-se a sair Zsadist decidiu mostrar-lhe um pouco de seu temperamento, a virou de costas para que ela não pudesse tocá-lo e seguiu com o jogo de sedução, até que percebeu a umidade entre as pernas de Bella e num rápido movimento correu até banheiro e vomitou. Como assim uma fêmea ficara molhada por ele? Ainda enjoado, ele a expulsou de seu quarto e Bella sentindo-se rejeitada foi embora decidida a seguir com sua vida.

Alguns dias depois, Bella notou algo de estranho na casa de Mary e decidiu ir até lá para conferir. Ao retornar para sua casa cruzou com um redutor e foi capturada por ele.

O seqüestro de Bella chegou ao conhecimento da Irmandade, já havia se passado dias e nenhuma pista dela. Zsadist estremecia só de imaginar o que os redutores poderiam fazer a ela e estava decidido a salvá-la, até que finalmente tiveram uma pista e ele partiu para o local.

Ao encontrá-la, Zsadist deixou seus irmãos cuidarem dos redutores e saiu com Bella o mais rápido possível, levando-a para a mansão da Irmandade. Chegando lá colocou Bella em sua cama, não queria que nenhum macho a visse ou tocasse, mas por ordem do Rei permitiu que um médico cuidasse dela.

Bella permaneceu na Irmandade enquanto se recuperava e para sua proteção. Sedenta de amor por Zsadist, se entristecia todas as vezes que ele a rejeitava, desconhecia seu passado e somente quando descobriu compreendeu o sofrimento de seu amado e carinhosamente foi se aproximando dele. Embora Zsadist já se sentisse um macho vinculado a Bella, não conseguia fazer amor com ela porque não se sentia digno dela, sentia-se sujo.

Os dias se passaram, Bella já estava recuperada, quando começou a se sentir como se estivesse gripando. Ondas de energia começaram a percorrer todos os cômodos da Irmandade e todos os machos presentes respondiam excitados e com seus membros eretos.

Os machos que tinham companheira trataram de se atracar a elas e levá-las para seus aposentos, Vishous mandou Buthc se mandar da mansão o mais rápido possível, pois Bella havia entrado no cio e eles como machos e guerreiros, responderiam as ondas que viriam dela, podendo inclusive lutar entre si para satisfazê-la e alimentá-la, embora soubessem que Zsadist não aceitaria isso e que ele é quem deveria cuidar do cio de Bella.

Desesperado com a idéia de fazer sexo, Zsadist foi ao seu quarto para aplicar morfina em Bella, a fim de aliviar seu sofrimento, mas a jovem disse que não queria a mofina e sim a ele. Penalizado com seu sofrimento, atendeu ao chamado de sua nalla (amada), penetrando-a e marcando-a durante todo o seu cio, enquanto os demais machos sem companheira se entorpeciam da forma que podiam para agüentar até que tudo aquilo passasse.

Após horas Zsadist já não conseguia se mexer, quando Bella mais uma vez se contorceu. Ele não tinha forças para se colocar em cima dela, então decidido a posicionou em cima dele para saciá-la. Bella exitou porque sabia do que ele passara enquanto escravo, mas ele sinalizou que sim, então Bella continuou e Zsadist se surpreendeu ao perceber que gostava de tê-la em cima de si. Aquele foi o último momento do primeiro cio de Bella.

Deitado ao seu lado, exausto, ele mais uma vez se surpreendeu quando o roçar do corpo dela o deixou excitado e pela primeira vez conseguiu tocar-se, mesmo que com dificuldade, mas sua nalla pediu que ele continuasse, então Zsadist relaxou e deixou seu prazer jorrar abundantemente.

Cuidadosamente Zsadist retirou os lençóis de sua cama, se limpou, e dirigiu-se até a cozinha para preparar algum alimento para sua nalla. Apesar de tudo o que vivera com ela, ainda não se sentia digno de tê-la e a decepcionou tanto que ela se foi.

Zsadist desejava vingar Bella matando o redutor que a torturou e assassinou Wellsie, nalla prenhe do irmão Tohr, bem como a jovem Sarelle. A Irmandade já havia sofrido muitas perdas e Zsadist pediu permissão ao Rei para ser o vingador e fez seu irmão Phury jurar diante do Rei que não tentaria protegê-lo.

Phury foi silenciosamente aos seus aposentos, raspou seus lindos cabelos e se cortou no rosto para que ficasse com uma cicatriz igual a do irmão. Partiu para o local marcado com o redutor, que logo o capturou. Zsadist sabia que Bella havia alimentado seu irmão e apesar do ciúme, desesperado pediu que ela o localizasse. Assim Bella fez. No momento em que Zsadist encontrou o irmão quase morto, torturado, partiu para a luta e fora atingido. No instante em que o redutor ia acabar com sua vida, Bella materializou-se no local e chamou por David (o redutor), que se voltou para ela, que o aguardava de braços abertos. Ao envolvê-lo Bella ouviu David dizer ‘Eu amo você’ e nesse momento Bella apertou o gatilho.

Bella ajudou Zsadist e Phury. Apesar dos ferimentos ambos sobreviveram e Bella partiu com sua família.

Zsadist a partir daí começou a lutar contra si mesmo, se disponibilizando para as tarefas dentro da Irmandade, aprendendo a ler e foi justamente durante uma de suas aulas com Mary, nalla do irmão Rhage, que Bella o reencontrou, sendo que agora nutrido e forte.

Após ficarem a sós, eles conversaram, Zsadist desajeitado escreveu algo numa folha de papel e entregou nas mãos de Bella. Envergonhado, disse que talvez não tenha ficado legível e que tentaria escrever de novo, quando Bella aos prantos disse que havia entendido, repetindo as palavras escritas olhando em seus olhos AMO VOCÊ e se atirou em seus braços, repetindo aquelas palavras a pedido de seu amado, e em seu ouvido disse: carrego no ventre um filho seu…

O livro é ótimo, principalmente para quem não se reprime e encara o sexo como algo bom, agradável e não como um pecado. O beijo, por exemplo, dependendo de como é dado é o mesmo que fazer sexo ou amor como muita gente prefere dizer.

Vejam a profundidade: “Quando a língua de Bella o acariciou, ele entreabriu os lábios, e sua própria língua encontrou a dela, hábil e quente. Um giro lento teve início… e, então, estava no interior da boca de Bella, pressionando, procurando…”

(Roberta Dias)

novembro 2 2010

Diários do Vampiro – Reunião Sombria – L. J. Smith

Em “A Fúria”, Elena descobriu que Katherine era o “Outro Poder”, que forjara a própria morte, deixando no local onde os amantes encontraram suas cinzas, apenas o anel de pedra azul que permitia que ela ficasse exposta ao sol e uma carta, onde ela pedia aos irmãos, que por amor a ela, se tornassem amigos e curtissem a imortalidade, mas como eles não foram capazes de atender ao seu último pedido, decidiu se vingar.

Katherine partiu rumo a Fell’s Church e induziu seus ex amantes a irem para lá, acreditando que eles sofreriam e sentiriam remorso com a extrema semelhança entre Elena e ela. Assim se infiltrou na casa de Elena, como uma gatinha branca de estimação e assumia diversas formas para controlar os passos de todos. Ela ficou irada por Stefan ter se apaixonado por Elena, tê-la pedido em casamento, dando a ela o anel que era seu e por Damon disputá-la com o irmão, além do fato de terem se unido a pedido de Elena para lutar contra o “Outro Poder”.

Diante de sua vaidade ferida, conseguiu atraí-los para a sua armadilha através da paranormalidade de Bonnie. Amarrados, feridos e desprovidos dos seus anéis, Stefan, Elena e Damon, morreriam queimados se expostos ao sol, então Elena partiu para o combate, eliminando Katherine e sacrificando a própria vida.

“Reunião Sombria” começa agora. Já se passaram seis meses desde que Elena faleceu. Bonnie se comunica com ela através de sonhos, acredita, sente a presença da amiga, mas não compreende com clareza os recados que ela tenta transmitir com tanta urgência.

Caroline, com a ajuda de Bonnie prepara uma festa surpresa de aniversário para Meredith. A meia noite, as meninas já deitadas no quarto de Caroline, começam a lembrar de Elena e Bonnie comenta sobre os sonhos que teve. Pronto! A partir daí surge à idéia de tentar conversar com o espírito de Elena.

Ok, quem nunca brincou de algo parecido? Tipo um tabuleiro, letrinhas em pedaços de papel, um copo emborcado, uma velinha acesa, os participantes sentados formando um círculo em torno do tabuleiro, um participante com o dedo sobre o copo (teoricamente sem encostar o dedo) e fazendo perguntas como tem alguém aí? O que você quer? Está aqui para o bem ou para o mal? Enfim, quando moleca eu bem que tentei brincar, mas quando achei ter visto o copo mexendo, meti o pé, saí correndo apavorada e nunca mais quis saber disso e hoje dou boas risadas quando lembro, mas voltando ao livro…

Caroline manda Vickie ir buscar sua tábua Ouija na última prateleira do armário no corredor, quando, de repente, escutam os gritos de Vickie. Elas correm para ver o que aconteceu e a jovem alega que algo de dentro do armário segurou sua mão. Olharam daqui, dalí e como não viram nada desceram para fazer a brincadeira na sala. Elena começou a se comunicar com elas e dizia para que elas saíssem o mais rápido possível de lá, porque estavam correndo perigo e que “ele” era muito mau. A noite terminou com a morte de Sue e Vickie em estado de choque, dizendo que seria a próxima e que todas iriam morrer.

Após analisarem as mensagens de Elena, Bonnie faz um feitiço de invocação e Stefan surge novamente com Damon. Juntos Stefan, Damon, Matt, Bonnie e Meredith, atendendo ao pedido do espírito de Elena, partem em busca desse novo ser maligno (Klaus) que ronda Fell’s Church e leva perigo aos moradores.

A série Diários do Vampiro teve início com “O Despertar”, em seguida veio “O Confronto”, “A Fúria” e aparentemente termina com “Reunião Sombria”, que me surpreendeu e agradou muito por conta do suspense e do terror. Mas por que digo aparentemente? Digo isso porque no final Damon simplesmente deu as costas e sumiu na escuridão, o clima de romance entre Bonnie e Matt ficou no ar e o mesmo aconteceu com o relacionamento entre Alaric e Meredith, que ficou de responder sobre o futuro deles após completar seus dezoito anos, sem falar em Stefan e Elena, ela ressuscitou, conquistou uma nova chance, mas “nós” leitores ficamos sem saber como será daqui para frente, como assim ela morre e depois surge novamente do nada? E os detalhes “sórdidos” desse amor tão fervoroso dos dois… rsrsrs… Ahhh… Assim não vale!…rsrsrs

(Roberta Dias)

julho 5 2009

Casa de Boneca

Casa de Boneca feita por Roberta Dias

A casinha é composta de sala, quarto, cozinha, banheiro, área de serviço com tanque, varal para roupas e um pequeno jardim na frente e na lateral.

Foi toda feita em papelão e para construir os móveis e demais objetos da casa utilizei isopor, tampas de refrigerante, caixinhas de remédio vazias, enfeitinhos, flores artificiais, palito de pirulito, papel higiênico, plástico transparente liso, plástico tipo rendado, cortiça, guardanapos decorados, papel crepom dourado, tecido, miçangas, espelho, arame fino e muito mais.

No processo de montagem usei durex, papel toalha, cola branca, cola quente, tinta para artesanato à base de água e verniz geral para dar o acabamento.

Como foi a minha primeira casinha, fiz bem devagar, com calma, curtindo cada detalhe e depois de pronta dei de presente para a minha afilhada.

Foi uma distração e tanto. Recomendo!

(Roberta Dias)