outubro 17 2013

Pesquisa sobre o Amor – J. Herculano Pires – Parte 1

 

Este livro mostra o resultado de experiências realizadas para descobrir a força e a necessidade do amor, nos levando a reflexão e ao discernimento entre o que é o amor e o que é o sexo, ensinando-nos a amar.

É fato que a solidão do ser leva a busca do outro. O problema consiste nos equívocos que ocorrem no decorrer da mesma, atraindo para aquele que procura sofrimentos terríveis, já que os homens não podem avaliar o amor, eles apenas aviltam a si mesmos.

Vale lembrar que as maiores tragédias surgem da incompreensão, do delírio das paixões, pois o ser imagina no real-irreal, caindo no onjeto que somente a angústia, o desespero e a dor podem quebrar esta barreira e libertá-lo de si mesmo.

Cair na rotina ou acomodar-se leva-nos a estagnação e a diminuição da flexibilidade resulta na estagnação completa.

Se o homem é o ser de si mesmo, a alma, a personalidade, e o eu oculto que só revela no processo de relação, não serão quinze dias ou três meses tempo suficiente para fazer enxergar as deformações da realidade.

A natureza dramática do homem decorre das contradições internas de sua posição existencial, logo é comum a confusão da alma com o corpo, que transforma o amor em algo amesquinhado e aviltado que se vinga do homem nivelando-o e rebaixando-o aos animais, a diferença é que os animais pelo menos possuem a desculpa da inconsciência, mas e os homens, quais desculpas usam?

O amor se desloca do romantismo para o racionalismo, pois somente a razão pode captar a natureza real do sentimento e descobrir seu verdadeiro sentido.

A expressão italiana “fazer amor” propagou-se no mundo contaminando as novas gerações, expressando o amor de forma baixa, repugnante, rebaixando-o as sensações carnais.

Uma pesquisa feita no Rio de Janeiro revelou que a maioria dos jovens universitários não faz nenhuma distinção entre o amor e o sexo, por isso a pesquisa sobre o amor necessitou ser feita com pessoas adultas, amadurecidas na vivência do amor.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam a paixão não é excesso de amor, mas sim um desequilíbrio. O amor é uma força criadora e não destruidora. Ele cria, ampara, perdoa, não escraviza, humilha, maltrata ou mata o outro em vida tirando-lhe o direito de escolha e de viver.

Quanto a isso o que se pode fazer é educar os sentimentos, orientar a afetividade canalizando as energias para que se façam homens e não lobisomens. Quem nunca se deparou na vida com pessoas que parecem boas, mas que trazem em suas entranhas os instintos de um lobo? A popular expressão “lobo em pele de cordeiro” sintetiza isso com perfeição.

Continuaçao...

(Roberta Dias)

agosto 16 2011

Conteúdo do Blog

Durante anos paguei para hospedar o conteúdo do meu blog em um determinado servidor.

Após algumas mudanças, ocorreu um problema e eles alegaram que coloquei scripts demais, ocasionando a queda de todos os sites hospedados por eles e assim descobri que eu pagava para que hospedassem o meu conteúdo, mas eles utilizavam servidores gratuitos fora do Brasil. Resultado: todo o conteúdo foi perdido!

Embora eu tivesse um backup, infelizmente deu erro e não subiu todos os postes de uma única vez, apenas os de 2010 subiram com êxito no atual servidor, de forma que estou tendo que postar tudo de 2009 e de 2011.

Como é muita coisa, estou fazendo aos poucos, vou passar a postar uma atualização nova e “x” antigas até que consiga concluir.

Mas não estou aborrecida. Existem coisas bem piores. Já imaginaram se eu não tivesse guardado tudo o que já postei?

Bom, está tudo certo. Conto com a compreensão de todos, afinal para deixar de funcionar basta estar funcionando… rs!

(Roberta Dias)

abril 29 2010

Bússola-biruta…

Uma boa definição para os sentidos humanos!

Dificilmente reconhecemos numa coisa ruim algo de proveitoso e é impressionante como quase sempre significa a oportunidade de renascer.

Renascer para um convívio melhor, para uma vida mais feliz, serena, aprendendo a perdoar aos outros e a nós mesmos.

Daqui para frente se me perguntarem: você tem inimigos? Vou responder: não! Talvez algumas pessoas me tenham como inimiga, mas está aí um problema que não é meu, uma conta que não vou ter de prestar com Deus.

Não pretendo com isso cobrir essas pessoas com afagos, nem aproximá-las de mim ou torná-las amigas. Que elas sigam seus caminhos em paz e não ousem atrapalhar o meu.