julho 16 2009

Logotipo Grupo dos 20

Logotipo do Grupo dos 20 desenvolvido por Roberta Dias
Logotipo do Grupo dos 20 desenvolvido por Roberta Dias

O Grupo dos 20 é formado por distintos senhores, trabalhadores, aposentados, chefes de família que gostam de correr atrás de uma bola e acima de tudo de estar junto com os amigos e família.

Tirei essa foto da camisa que compõe o uniforme do grupo, principalmente porque esse “logo” é trabalho meu.

 

 

 

 

 

julho 13 2009

Aprender com os erros, Crescer com os acertos – Paulo Cisneiros

Aprender com os erros, Crescer com os acertos

O livro fala sobre a necessidade de fazermos uma reforma moral e da importância da reflexão em nossas vidas.

O autor buscou assuntos reflexivos em histórias, contos, fábulas e parábolas, com conteúdo filosófico, moral e de fácil entendimento.

Vale lembrar das sábias palavras de Isaac Newton: “O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é o oceano”.

Segue agora alguns trechos dignos de menção:

“É muito difícil em uma conversa só existir um lado. Só um conversar. Você vai se levantar outra vez, e outra vez, e mais outra vez, e serão muitas vezes ainda que eu estarei lá talvez esperando por nada, mas com muito amor para você. Esperando que você possa me dar alguma atenção, um pouco do seu tempo…”.

“A língua é o que há de pior no mundo. É a língua que usam os maus políticos quando querem nos enganar com suas falsas promessas, que usam os vigaristas quando querem trapacear. A língua é o órgão da mentira, discórdia, desentendimentos, guerras, exploração. É a língua que mente, esconde, engana, explora, blasfema, insulta, se acovarda, mendiga, xinga, bajula, destrói, calunia, vende, seduz e corrompe. Com a língua dizemos “morre”, “canalha”, “demônio”, “não” e “eu te
odeio”. Aí está porque a língua é a pior e a melhor de todas as coisas!”.

“Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde”.

Poderia citar páginas inteiras com trechos deste livro, mas estou satisfeita. Caso desperte a sua atenção, vá a uma livraria. O livro é pequeno, rápido de ler e possui uma linguagem simples.

É como costumo dizer: ninguém precisa nascer com o “dom” de escrever bem ou bonito. Basta entregar-se com prazer ao hábito da leitura, que a escrita torna-se fácil e um infinito de novas palavras passa a residir em nossa cabeça.

(Roberta Dias)

julho 12 2009

Muitas vidas, muitos mestres – Brian Weiss

Muitas vidas, muitos mestres

O livro conta a experiência do psiquiatra Brian Weiss com uma de suas pacientes. Catherine, extremamente atraente, cabelos louros e olhos cor de mel trabalhava como técnica de laboratório no mesmo hospital em que o Dr. Weiss era chefe da sessão de psiquiatria.

Devido a sua aparência e boa forma, a moça trabalhava como modelo de roupas de banho para ter um dinheiro extra.

Quando criança, fora educada numa família católica conservadora. Tinha medo de água, de engasgar, a ponto de não conseguir engolir pílulas. Acordava várias vezes à noite, tinha crises de sonambulismo e sua depressão era crescente.

Mantinha um caso com Stuart. Casado, pai de dois filhos, médico bem sucedido, forte e agressivo, ele despertara uma paixão na jovem a beira do enfeitiçamento.

Por conta dos constantes sonhos, pânico e depressão, Catherine buscou a ajuda de Dr. Weiss, que a princípio, percebendo o profundo sofrimento de sua paciente, começou a investigar os fatos da vida da moça desde a sua infância, a fim de descobrir a origem dos seus problemas.

Catherine não recordara de nenhum fato traumático de quando era criança, contudo não confiava facilmente nas pessoas e por isso tinha poucos amigos.

Dr. Weiss explorou seus sentimentos e sonhos para reconhecer seus padrões de comportamento. Embora Catherine tenha lembrado de detalhes importantes de seu passado recente e de passar a enfrentar melhor seu relacionamento amoroso, não obteve progresso com o tratamento e suas crises estavam cada vez mais constantes.

Após uma visita a uma exposição egípcia de um museu de arte em 1982, surpreendera-se quando corrigiu o guia e ficou a perguntar-se como poderia saber daquelas coisas. A partir de então, finalmente aceitou ser tratada com a hipnose, a muito sugerida por seu médico.

Dr. Weiss, a medida em que a hipnotizava sentiu-se confuso, uma vez que Catherine descreveu sua vida como Aronda no ano de 1863 a.C. detalhadamente. Ao pedir para que avançasse no tempo, viu-se numa outra vida com 25 anos e uma filha.

Assim, em meio ao próprio assombro Dr. Weiss seguiu registrando todas as vidas passadas de Catherine, vidas das quais ele também fizera parte.

O livro é bem interessante, então segue alguns trechos para reflexão:

“O conhecimento teórico, sem aplicação prática, não basta”.

“Negligenciam-se o equilíbrio e a harmonia. Tudo se faz em excesso”.

“Quem corre esquece de si mesmo e dos outros porque tem pressa demais”.

“As pessoas parecem excessivamente mesquinhas. Bebem demais, fumam demais, se divertem demais (ou de menos), falam muito sem dizer nada, preocupam-se exageradamente. Pensa-se muito em termos de branco ou preto. Tudo ou nada. Essa não é à maneira da natureza”.

“Atinge-se o estado permanente pelo conhecimento e a compreensão. Ele se mantém pelo comportamento físico, pelos atos e ações, pela prática. É pegar algo quase místico e transformá-lo em familiar e cotidiano através da prática, torná-lo um habito”.

“Compreender que ninguém é maior que ninguém. Sentir isso. Praticar o auxílio ao outro. Remamos todos no mesmo barco. Se não nos esforçarmos juntos, ficaremos sozinhos”.

“Às vezes as perguntas são complicadas e as respostas, simples”.

(Roberta Dias)

julho 11 2009

Sono

Quanta saudade!
Tenho uma lembrança grata da pessoa ausente,
Mas estou cansada, com sono,
Ainda não sei bem,

Se o que sinto é bom ou ruim,
Apenas sinto,
O sono embala os dias,
Mas quando a noite chega, não durmo,

Rolo de um lado para o outro, ouço boas músicas, leio ótimos livros,
E ainda assim não durmo, quero a insensibilidade dos sentidos,
Que o repouso proporciona, quero o sono dos justos,

E minha mente como uma sentinela,
simplesmente não deixa de exercer,
Sua eterna vigilância.

(Roberta Dias)